A IA a trabalharnos seguros.

Cada participação lida e encaminhada no dia em que chega, com os processos suspeitos separados antes da peritagem.

O desafio

Num sinistro, o que atrasa é quase sempre um documento.

A participação chega pelo portal, pelo mediador ou numa declaração amigável digitalizada, a apólice está no core de seguros e o relatório do perito vem por email ou pela plataforma do gabinete de peritagem. Alguém junta tudo no software de gestão de sinistros antes de o processo andar, e no seguro automóvel os prazos legais de regularização contam desde a participação.

  1. 01

    Participações por todos os canais

    Cada canal traz um formato diferente e a triagem é feita à mão. Os processos simples esperam na mesma fila que os complicados.

  2. 02

    Indícios de fraude espalhados

    A mesma oficina em vários processos ou uma apólice contratada dias antes do acidente. Os sinais estão em sistemas diferentes e só aparecem juntos quando alguém os procura.

  3. 03

    Prazos que passam sem aviso

    No seguro automóvel, a peritagem e a resposta ao lesado têm prazos legais. Um processo parado à espera de um orçamento pode passar o prazo sem que ninguém dê por isso.

No dia a dia

Perguntas que passam a ter resposta

  1. Que peritagens estão perto do prazo legal?
  2. Que oficinas aparecem em mais processos com indícios de fraude?
  3. Quanto está provisionado nos sinistros de automóvel abertos?
  4. Que mediadores tiveram mais anulações por falta de pagamento este trimestre?
  5. Que processos de danos por água esperam pelo orçamento há mais de 10 dias?
A IA no trabalho

A triagem fica feita antes de a equipa chegar.

A IA lê participações, relatórios de peritagem e orçamentos de oficina e cruza‑os com a apólice no core de seguros e com o histórico de sinistros. Cada gestor recebe os seus processos classificados, com o que falta e os indícios assinalados.

Triagem do fim de semana

Participações lidas, associadas à apólice e encaminhadas para o circuito certo, com os casos suspeitos à parte.

Frotas a renovar

A sinistralidade de cada apólice cruzada com a data de renovação, para o subscritor rever o prémio antes de o aviso sair.

Processos parados

Cada processo parado com o documento que falta e quem o deve enviar, para o pedido sair no próprio dia.

Orçamentos de oficina

Orçamentos comparados com o relatório do perito e com as coberturas da apólice antes de a reparação ser autorizada.

Valores ilustrativos.

Os dados que já tens, a trabalhar

Ligamo‑nos aos sistemas que já tens, sem os substituir, e és tu quem decide que dados cada agente pode ler.

  1. Liga‑se ao que já usas

    ERP, CRM, email e documentos ficam onde estão, e ninguém tem de mudar de sistema.

  2. Lê e cruza os dados

    Junta o que hoje está espalhado e encontra o que não bate certo.

  3. Propõe, tu aprovas

    Cada ação sensível passa por quem tem autoridade para a aprovar.

  4. Age e deixa registo

    Executa nos sistemas da equipa e regista a origem de cada decisão.

Primeiro o automóvel, depois os outros ramos.

Começamos pelo automóvel, que tem mais volume e regras mais estáveis, com o agente ligado ao core de seguros e à gestão de sinistros. Multirriscos e acidentes de trabalho entram a seguir, cada ramo com as suas regras de triagem.

  1. 01

    Diagnóstico

    Mapeamos a operação e os dados e escolhemos o que chega primeiro à produção.

    • Fontes de dados mapeadas
    • Oportunidades avaliadas
    • Âmbito e plano definidos
  2. 02

    Primeiro sistema em produção

    Construímos nas ferramentas que já usas e pomos o sistema a trabalhar com casos reais.

    • Core de seguros e gestão de sinistros ligados
    • Agente de triagem automóvel em produção
  3. 03

    Equipa autónoma

    A tua equipa assume o sistema e escolhemos juntos o próximo processo.

    • Gestores de sinistros a trabalhar com o agente
    • Próximo processo escolhido

Perguntas frequentes

Não encontras a resposta? Pergunta-nos diretamente, numa call de 30 minutos.

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Como se liga ao nosso software de gestão de sinistros?

Se o software tem API, o agente consulta processos e regista o encaminhamento por aí. Se não tem, ligamo‑nos à base de dados com um utilizador só de leitura ou a exportações agendadas, e as ações chegam à equipa como tarefas na fila que já usa. No diagnóstico confirmamos que via existe no teu caso.

E os dados de saúde dos sinistros de acidentes de trabalho?

Relatórios clínicos e boletins de exame são dados de saúde, uma categoria especial de dados pessoais no RGPD (artigo 9.º). Ficam na tua infraestrutura, só os perfis autorizados os veem e cada consulta fica registada. O agente pode trabalhar apenas com os campos de que precisa, como datas e grau de incapacidade, sem abrir o resto do relatório.

O agente pode recusar um sinistro?

Não. Junta os indícios com a origem de cada um, como a oficina repetida ou a data de início da apólice, e passa o processo ao gabinete de averiguação. A decisão sobre o sinistro fica com quem tem essa autoridade na tua seguradora.

Os relatórios de peritagem chegam em PDF. Serve na mesma?

Serve. O agente lê relatórios de peritagem, orçamentos e declarações amigáveis digitalizadas e extrai os valores que interessam, com a página de origem ligada a cada um. Para os indícios de fraude ajuda ter o histórico de processos já averiguados, com o desfecho de cada um.

Começa pelos sinistros que esperam há mais tempo.

Em 30 minutos olhamos para o teu circuito de sinistros e dizemos por onde começaríamos.

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