A IA a trabalharna indústria.

O MES e o ERP que já tens passam a explicar cada paragem e o custo real de cada encomenda.

O desafio

Sabes quanto te custou a última encomenda que saiu da fábrica?

O MES regista as paragens com os seus códigos e o software de manutenção regista as intervenções com outros. As horas e os consumos estão no ERP, por isso o custo de cada encomenda acaba por ser uma estimativa e cada paragem fica sem ligação à anterior.

  1. 01

    Paragens com causa genérica

    Quando a linha para, o operador regista o que consegue e põe‑na a andar. Muitas paragens ficam como «outros», e o padrão que antecede a próxima avaria não aparece.

  2. 02

    Plano refeito à mão

    Uma encomenda urgente obriga a mexer no plano de várias linhas numa folha de cálculo, sem ver o efeito nas entregas já prometidas.

  3. 03

    Custo real por estimativa

    O orçamento usa tempos‑padrão. As mudanças de formato, o refugo e a energia de cada lote ficam fora da conta, e uma encomenda pequena pode dar prejuízo sem ninguém dar por isso.

No dia a dia

Perguntas que passam a ter resposta

  1. Quanto nos custou de facto a última encomenda deste cliente?
  2. Cabe esta encomenda urgente no plano da semana?
  3. Que máquina tem mais probabilidade de parar a seguir?
  4. Em que linha está o refugo a subir?
  5. Que peças críticas estão abaixo do mínimo em armazém?
A IA no trabalho

Quatro respostas tiradas dos registos que a fábrica já faz.

A IA liga o MES, o ERP, o software de manutenção e os sensores que já existem para encontrar a causa das paragens e refazer o plano quando entra uma encomenda urgente.

Custo real por encomenda

Horas de máquina, mudanças de formato, refugo e energia somados a cada encomenda e comparados com o orçamento.

Encomendas urgentes

O plano refeito com a encomenda nova, para dares ao cliente uma data que a fábrica consegue cumprir.

OEE por linha

Disponibilidade, desempenho e qualidade de cada linha, com o que mais pesou na perda assinalado.

Qualidade à receção

Certificados e medições de cada lote de matéria‑prima comparados com a especificação antes de entrarem na produção.

Valores ilustrativos.

Os dados que já tens, a trabalhar

Ligamo‑nos aos sistemas que já tens, sem os substituir, e és tu quem decide que dados cada agente pode ler.

  1. Liga‑se ao que já usas

    ERP, CRM, email e documentos ficam onde estão, e ninguém tem de mudar de sistema.

  2. Lê e cruza os dados

    Junta o que hoje está espalhado e encontra o que não bate certo.

  3. Propõe, tu aprovas

    Cada ação sensível passa por quem tem autoridade para a aprovar.

  4. Age e deixa registo

    Executa nos sistemas da equipa e regista a origem de cada decisão.

A linha com mais paragens é a primeira a entrar.

Usamos os registos que já existem para essa linha e passamos às outras quando as chefias de turno usarem as respostas no dia a dia.

  1. 01

    Diagnóstico

    Mapeamos a operação e os dados e escolhemos o que chega primeiro à produção.

    • Fontes de dados mapeadas
    • Oportunidades avaliadas
    • Âmbito e plano definidos
  2. 02

    Primeiro sistema em produção

    Construímos nas ferramentas que já usas e pomos o sistema a trabalhar com casos reais.

    • MES e ERP ligados
    • Agente de manutenção em produção
  3. 03

    Equipa autónoma

    A tua equipa assume o sistema e escolhemos juntos o próximo processo.

    • Chefias de turno formadas
    • Próximo processo escolhido

Perguntas frequentes

Não encontras a resposta? Pergunta-nos diretamente, numa call de 30 minutos.

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Precisamos de pôr sensores nas máquinas?

Para começar, quase nunca. O MES, os registos de manutenção e os alarmes das máquinas já dizem muito. Sensores de vibração ou de temperatura só entram onde uma avaria custa mais do que o sensor.

Liga‑se ao nosso ERP e ao MES?

Sim, pela via que cada um permitir: API, acesso de leitura à base de dados ou exportações agendadas, por exemplo das ordens de fabrico e dos tempos de paragem a cada hora. Nada é escrito nos autómatos nem nos sistemas de controlo das máquinas.

Como é calculado o custo real de cada encomenda?

Somam‑se as horas de máquina e de pessoas registadas no MES, a matéria‑prima consumida segundo o ERP, o refugo registado pela qualidade e, onde há contadores, a energia de cada linha. O total é comparado com o orçamento da encomenda.

Isto substitui o MES ou o software de manutenção?

Não. Lê o que esses sistemas já registam, e as ordens de trabalho propostas são criadas no software de manutenção que a equipa já usa.

A próxima avaria costuma dar sinais nos dados que já tens.

Na call olhamos para o registo de paragens de uma linha e dizemos‑te o que se consegue tirar dele.

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Ainda não é altura de uma call. Prefiro enviar uma pergunta.

Escreve a pergunta que a tua operação não consegue responder hoje. Respondemos por email com o caminho para lá chegar.